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A ex-nadadora Fabiola Molina acredita em uma boa campanha dos brasileiros nas piscinas do Parque Aquático dos Jogos do Rio-2016, a partir de 5 de agosto. A ex-atleta coloca suas esperanças principalmente em Thiago Pereira, Bruno Fratus e Felipe França. No feminino, a maior expectativa é por Etiene Medeiros. Porém, a pernambucana foi pega no exame antidoping e ainda não sabe se irá competir do Rio de Janeiro.

Fabiola Molina esteve nesta quinta-feira (dia 23) pela manhã em Piracicaba, quando foi a convidada de honra da abertura dos Jogos Olímpicos da EE PEI Antonio Pinto de Almeida Ferraz (Apaf). Na oportunidade, ela ministrou uma palestra sobre sua carreira e conquistas para os cerca de 300 alunos da instituição de ensino. Após deixar as piscinas, a ex-nadadora tornou-se empresária e comentarista dos canais SporTV.

Com a experiência de três olimpíadas no currículo (Sydney-2000; Pequim-2008 e Londres-2012), Fabiola Molina disse que, mais que a conquista do pódio, somente o fato de estar no maior evento esportivo do planeta já é um motivo de orgulho. “Independente de medalhas, você participar dos Jogos é a coroação de todo um trabalho”, disse a nadadora aos alunos do Apaf. 

Para ela, a equipe masculina vem forte para a competição, mas terá muitas dificuldades para superar principalmente os americanos e os australianos. “Temos chances com Felipe França (50 m e 100 m peito), Bruno Fratus (50 m e 100 m livres) e Thiago Pereira (200 m medley). Mas sabemos que é muito difícil principalmente com o Thiago, que terá o Michael Phelps pela frente”, analisou.

Sobre a equipe feminina, Fabiola entende que as chances são reduzidas, ainda mais se o Brasil não contar com o seu maior nome: Etiene Medeiros. A atleta foi pega no antidoping em maio e aguarda o julgamento para saber se vai ou não aos Jogos. “Esperamos uma pena branda, de até dois meses, para que ela tenha condições de disputar a olimpíada”, torce a ex-atleta, que mora atualmente em São José dos Campos, no Vale do Paraíba.

TOP 10 – Fabiola Molina também falou sobre suas expectativas para o Time Brasil. Segundo ela, a meta do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) de o Brasil ficar entre os 10 melhores dos Jogos do Rio-2016 será muito difícil de ser alcançada. Afirmou, no entanto, que “independente de ficar em décimo primeiro, décimo ou em nono lugar, o mais importante é o Brasil fazer o seu melhor”, finalizou.

Foto: Eny Silva